No Sábado de Semana Santa, dia 15, resolvemos projetar
A VIDA DE BRIAN – Comédia britânica realizada em 1979 por Terry Jones, escrita eprotagonizada pelo famoso sexteto conhecido como MontyPython, gerou muita polemica na época ao tratar sobre a massa alienada que precisa de salvadores religiosos e/ou políticos:
A VIDA DE BRIAN – Comédia britânica realizada em 1979 por Terry Jones, escrita eprotagonizada pelo famoso sexteto conhecido como MontyPython, gerou muita polemica na época ao tratar sobre a massa alienada que precisa de salvadores religiosos e/ou políticos:
No cenário da Judéia de Jesucristo, uma época de pobreza e caos, cheia
de messias e seguidores e com o império romano dominando para `a
ordem e o progresso`, o filme
mostra a alienação da massa que, precisando de um salvador, segue cegamente a
qualquer que assuma esse papel, ao mesmo tempo que critica a hipocrisia das
igrejas(www.eovideolevou.com.br/detalhe/completo.asp?cp=30151)
- como atualmente ilustram os casos de pedofilia entre padres católicos e
de corrupção na bancada política evangélica. Dai que o papa Francisco tenha
chegado a afirmar que vale mais um ateio que um católico hipócrita.
O filme foi uma proposta alternativa a
programação da prefeitura, que exibia uma peca de teatro na Fonte da Bica sobre
a Paixão de Cristo, pelo que contávamos com pouca audiência (houve doze pessoas). Mas nosso objetivo
maior era debater entre os propriamente interessados assunto tão polemico numa
atualidade invadida pela ética protestante do espírito do capitalismo tão bem
descrita por Weber. Por isso que Pasqualino, o fundador do centro, sinalizou como filme que deveria ser assistido por todos.
Das três crianças existentes, Iara e Guilherme ficaram muito atentos, e Guilherme
ainda questionou porque no final, quando estavam todos na cruz cantavam com
ironia ` olhe o lado bom da vida`
François mencionou
o fato dos romanos, politeístas, nunca ter interferido nas crenças dos judeus
Assim que, 37
anos depois, a obra permanece atualmente contundente em sua sátira acerca não da fé mas do
fanatismo, seja ele religioso ou politico; do surgimento das religiões, das seitas e dos
cultos; da dinâmica dos partidos políticos, das facções, das revoluções, das
guerrilhas e das traições; da reciprocidade dos poderes espiritual e temporal -
religião não existe sem política, política não existe sem religião; da
psicologia de massas escravas do consumismo e do individualismo; da arrogância dos imperialistas (como Trump, Temer, Macri) e da
incapacidade das ideologias ditas de "esquerda" (como o PT) de se
unirem em torno de um objetivo comum.http://obviousmag.org/archives/2009/12/vida_de_brian_filme_natal.html#ixzz4dtc7owjA

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