O sábado três de setembro de 2016 assistimos O Mágico de Oz, baseado no livro escrito por Frank Baum “The Wonderful Wizard of Oz” há mais de cem anos. Ao longo dos anos o filme, de1939 e dirigido por Victor Fleming, transcendeu sua condição de produto cinematográfico para se firmar como um poderoso arquétipo cultural de pelo menos três gerações de crianças e adultos. (Wilson Roberto Vieira Ferreira, cinegnose.blogspot.com/2013/05/as-raizes-ocultas-do filme “O Mágico de Oz”, acessado no 30-08-2016)
A imagem de Dorothy e seus amigos (o Homem de Lata, o Espantalho e o Leão) caminhando em uma estrada de tijolos amarelos tornou-se em associações e simbolismos complexos: todos vão em busca do Mágico (Deus?) para conseguir voltar para casa com coragem, coração e inteligência e, nessa jornada, descobrirão que tudo isso já está dentro deles [...] que “não há lugar melhor do que em nosso lar”
(Wilson Roberto Vieira Ferreira, cinegnose.blogspot.com/2013/05/as-raizes-ocultas-do filme “O Mágico de Oz”, acessado no 30-08-2016)
A sessão lotou, mas por conta da longa duração e do tipo do gênero
musical do filme, ao qual tal vez o nosso publico não esteja familiarizado, restou pouca
gente para o debate, algo que estávamos prevendo, pelo que antes de esvaziar optamos por pelo menos transmitir a mensagem do Mágico de Oz de que o lar
deveria ser o melhor lugar para a criança se desenvolver sonhando na construção
de um mundo melhor.
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